domingo, 8 de março de 2009

8 de março - Para todas as mulheres do mundo !

No final dos anos oitenta me inscrevi em um curso denominado de “História Natural da Sexualidade”. Nada mais apropriado. Afinal, nada mais natural que a sexualidade, não é ? Pois bem, o curso era sobre essa historia.
Nossa professora, a intelectual Maranhense Beth Bittencourt, desvendou com genialidade todos os aspectos do julgo e poder a que foram submetidas as mulheres ao longo da história. Grande lição, com ela pude entender um pouco mais mulheres e homens, entendi mais minha mãe, meu pai, minha companheira e entendi como todos somos vitimas de circunstâncias históricas que nos impedem de sermos realmente plenos e felizes nas relações homem-mulher.
Mais tarde vim a conhecer um profundo trabalho sobre os chamados Matriarcados Ancestrais, nele, revelava-se por inúmeras provas antropológicas e arqueológicas que no passado remoto eram as mulheres que detinham o poder no mundo e que por essa razão o conceito de poder era bem diferente do atual.
Estudos parecem afirmar que há cerca de 30 mil anos atrás existiu um modelo de sociedade onde o exercício do poder social era privilégio das mulheres, modelo esse que se manteve em muitos lugares do mundo até cerca até por volta do século II antes de Cristo.
Lendas e mitos antigos, como o mito das Amazonas, que se repete com variantes em inúmeras culturas, além de achados de estátuas retratando figuras femininas, em geral ligadas a posições de mando ou mesmo representando deusas e a própria terra, indicam de maneira veemente que o passado foi feminino.
A explicação científica para isso é dada pela vertente materialista de que o controle dos meios de produção determina o ponto de poder e de que a partir desse ponto se criam as ideologias que o tentam preservar e tudo indica que foram as mulheres que inventaram a agricultura, primeira forma humana de produção de bens consumíveis.
Num mundo muito mais hostil que o nosso, mulheres e suas proles não podiam se deslocar com facilidade em busca de caça e coleta como faziam as hordas de homens. Parece, de fato, que os primeiro agrupamentos sedentários foram iminentemente femininos, as mulheres fundaram a sociedade como a conhecemos e, possivelmente, as primeiras cidades.
Pode parecer estranho, mas é bastante provável que nessa época não existisse o entendimento de uma ligação causal entre a cópula e a fecundação.
De fato, homens e mulheres apenas começavam a entender o fenômeno da causação, que somente viria a ser estudado em profundidade pela filosofia grega e, no caso, estamos falando de uma causa, o coito, que produz um efeito, nove meses depois, tempo demais para que o homem e a mulher primitivos pudesse estabelecer um elo de causa e efeito entre uma coisa e a outra.
Mulheres sedentárias inventaram as cidades ou, pelo menos, o embrião delas. Com a sua fixação à terra as mulheres criaram também a agricultura e, por força do explicado acima, se achavam auto suficientes pois não existia nada que indicasse que precisassem de homens para nada nem mesmo para a manutenção da espécie.
Mitos e tradições ancestrais em geral explicam a concepção como resultado de certos rituais de passagem – pule uma fogueira depois da primeira menstruação e fique grávida – ou mesmo do simples amadurecimento da mulher, nada mais lógico, pelo menos para as mulheres ancestrais.
Sim, no modelo proposto dos matriarcados as mulheres eram promíscuas. Livres de qualquer ideologia machista, que somente seria necessária tempos após, como veremos, elas faziam sexo por prazer, por mais que isso possa lhe causar, hoje, escândalo.
Note, em ênfase, que elas não sabiam nem ao menos que precisavam de sexo para engravidar. O processo era o seguinte: hordas de homens caçadores e coletores passavam pelas comunidades sedentárias e em troca de alimento, grãos cultivados, ofereciam carne, a dos animais que matavam e a sua própria carne, para mulheres famintas por sexo que copulavam indiscriminadamente com aqueles que lhes pareciam mais atraentes sem qualquer outra preocupação que não a de terem prazer.
Sim, o prazer sexual parece uma forma naturalmente eficiente de garantir a perpetuação da espécie mesmo quando as partes envolvidas no coito não possuem consciência da finalidade reprodutiva do ato sexual.
Como essa pratica se iniciava muito cedo, por vezes antes mesmo da primeira menstruação, quando a mulher se tornava fértil em geral já concebia o que confirmava o mito de que a concepção era fruto do mero amadurecimento ou dos ritos de passagem para a fase adulta. A figura tradicional do homem primitivo, arrastando a sua mulher pelos cabelos, parecem não ter nenhum fundamento antropológico, talvez, alias, as coisas tenham ocorrido ao contrário. (Hum... me bate... me joga na parede ! ;).
Mas, como mudamos de um modelo feminino de poder para um modelo tão masculino ? Mais uma vez a teoria materialista indica como fator preponderante uma causa material, é claro: o surgimento da pecuária.
Em algum momento da história os homens parecem ter aprendido a domesticar e criar em cativeiro alguns dos animais que caçavam. Isso permitiu que dominassem um importante fator de produção na sociedade, a produção de proteína, além de lhes permitir de igual modo certa fixação à terra, sedentarismo. Produzir proteína é mais difícil que produzir carboidratos e outras fontes de alimente. Por outro lado os homens criadores agora começaram a entender, observando os cercados onde confinavam seus animais, que nos cercados de fêmeas onde não se punha um macho não nasciam crias. Opa, temos algum valor então nesse negócio de procriar, devem ter pensado.
Richard Dawkins, autor do célebre “Gene Egoísta” já nos revelou a imensa importância da preservação genética para os viventes e de como nos comportamos tal qual marionetes dos nossos genes em boa parte das situações. Na questão ora tratada parece não ter sido diferente.
Um fato decisivo nessa história é que, ao contrário das mulheres, os homens, apesar de agora terem consciência de que tinham um papel no processo de perpetuação da espécie, não podiam determinar quais “crias” eram suas e quais não eram. Isso era grave!
A única forma possível de o homem primitivo garantir a sua prole era, de fato, a dominação. A única forma de os homens terem a certeza da sua descendência era subjugar as mulheres social e sexualmente e foi o que fizeram com a sua força física e, depois, criando mitos e ideologias que, como toda ideologia, justificavam essa dominação. E ideologias são prisões quase perfeitas !
A crítica dialética nos mostra que a ideologia é sempre posterior à realidade. Nossa visão ibérica tende a explica o par idéia x realidade no sentido de que toda realidade foi antes pensada. Ledo engano. A realidade existe por fatores materiais, como, por exemplo, alguém que um dia ter colocado um bicho num cercado. Essa ação altera o quadro dos meios de produção e da própria sociedade e apenas posteriormente os novos donos do poder começam a pensar uma ideologia que justifique a dominação.
Em torno das mulheres foram criados muitos mitos que ainda hoje estão no inconsciente coletivo da humanidade produzindo os seus efeitos (maléficos).
O mito da fragilidade feminina, por exemplo não faz mais nenhum sentido numa sociedade tecnológica como a nossa onde a força física vem sendo substituída ou multiplicada com a ajuda da máquina. Há mulheres modernas, entretanto, que não admitem trocar um pneu de carro, mesmo diante do seu igualmente moderno macaco hidráulico que deixa o carro com o peso de um balão. Ao fazerem isso se comportam conforme o paradigma ideológico e se submetem ao processo incapacitante que as inferioriza achando que estão, em verdade, cumprindo alguma destinação natural.
Poderia citar centenas de outros mitos, na verdade o processo de criação dos mesmos nunca parou, nem mesmo agora, mas enfocarei apenas mais um, o mito da santidade feminina.
Esse é um mito base. Santificar a mulher não é nada bom. Ao contrário. A ciência tem mostrado que mulheres e homens são passíveis dos mesmos desejos e aspirações tanto no campo das aspirações materiais (ganância) como dos desejos sexuais. O mito da santidade é uma jaula, portanto, jaula ideológica que visa criar um tipo para a mulher (irreal e não natural) que justifique a repressão sexual e seu conseqüente sucedâneo, a repressão social.
O modelo da mulher “limpinha, casta e prendada” que a sociedade prezou por tantos séculos é antinatural, não irei mais discorrer sobre isso e seus efeitos são terríveis. Primeiro pelo fato de que, ao propor um padrão de conduta irreal faz com que as mulheres não somente reprimam os seus desejos (naturais) como, isso é o mais grave, se culpem e se sintam “pecadoras”, infratoras, antinaturais o que acarreta um processo pernicioso de culpa e repressão que as incapacita. Homens, cujo modelo liberal não exige tais coisas podem viver seus desejos sem a culpa e a vergonha incapacitante e, portanto, são livres não somente para viver como possuem, anacronicamente, o poder de julgar e condenar as mulheres.
O efeito psicológico imediato que produz graves conseqüências sociais é que mulheres que se consideram “desajustadas” e fora do padrão “normal” aceitam muito mais facilmente o julgo e a repressão pois identificam a força opressora como força “redentora” ou expiadora das suas “falhas e pecados”. O modelo santificado feminino é, portanto, boa justificação para a dominação e nada mais.
Na universidade em que leciono é conferido todos os anos um prêmio aos melhores alunos. Tenho observado que além do fato de o número de mulheres ter crescido imensamente em comparação ao número de homens nas minhas salas de aula elas são sempre maioria no grupo dos melhores alunos.
Observei que há três anos o prêmio Sousândrade, é assim que se chama em homenagem ao magnífico poeta maranhense, não sai para um homem. São as mulheres retomando o poder da forma mais eficaz: retomando os meios de produção e essa talvez seja uma imensa revolução pela qual a nossa sociedade está passando graças à retomada pelas mulheres do seu merecido lugar social.
Muitas mulheres atuais, entretanto, são vítimas de uma mesma armadilha a qual a psicologia recentemente nomeou de Síndrome de Estocolmo mas que a crítica Marxista e mesmo a psicanálise freudiana já haviam buscado desvendar muito na antes e que se caracteriza, primordialmente pela aceitação ideológica das posições de senhor e escravo por aqueles que são submetidos de modo que, mesmo livres da opressão física não se libertam da opressão ideológica e continuam repetindo o discurso do dominador.
Na denominada síndrome de Estolcolmo a vítima, tentando, inconscientemente, minorar a angustia da dominação, tenta se identificar com seu captor muitas vezes assimilando o seu discurso que justifica a opressão inflingida. O termo foi cunhado pelo criminólogo e psicólogo Nils Bejerot em 1973.
A psicanálise tem se ocupado do assunto e revelado que o processo de dominação senhor-escravo nem sempre é tão claro quanto parece e que existem motivações surpreendentes que podem levar o submetido à colaborar com a manutenção da submissão. A total irresponsabilidade pelos seus atos – atos do subjugado – pode ser uma destes fatores.
De fato, quando alguém se encontra subjugada à vontade de outro ele não pode ser responsabilizado pelos seus atos e nem mesmo pela sua própria subsistência, que passa a ser inteiramente de responsabilidade do seu opressor.
A irresponsabilidade para com o próprio destino e para com os seus próprios atos pode ser uma condição “viciante” que leve, inconscientemente, o subjugado a sabotar a sua própria libertação.
Estamos no momento em que as mulheres retornam materialmente ao local de poder da qual já foram soberanas. Fatores materiais como a falta de mão de obra nas duas grandes guerras, que obrigou as mulheres a ocuparem locais de trabalho masculinos; a pílula anticoncepcional, que destroçou parte da ideologia da repressão sexual feminina e outros fatores criaram as condições estruturais à revolução, falta agora a construção ideológica. Mulheres no poder não podem continuar a repetir o velho discurso machista ou, o que é pior, buscar se comportarem de acordo com um modelo “viril” de poder.
Ter uma conta bancária, dirigir, ter o próprio carro, ter um curso superior são conquistas materiais incríveis que exigirão a sua bula.
Num mundo de exames de DNA a preços módicos nenhum homem precisa mais “encaixotar a sua helena” para garantir a legitimidade dos filhos. O corolário lógico disso, só pra exemplificar, é que quando a mulher moderna encontra com um homem que entende não ser mais o guardião da sexualidade feminina ela fica sem o cinto de castidade da história e tem que desenvolver a sua própria responsabilidade sexual.
Mulheres e suas contas bancárias, às vezes maiores que as dos maridos, terão que assumir, de igual modo, a responsabilidade econômica da família e muitas já o fazem.
Mulheres que sobem em palanques terão que ter responsabilidade política pelo destino coletivo de homens e mulheres; mulheres que pilotam avião também.
Portanto o grande choque que parece aguardar as mulheres no limiar dessa imensa revolução é um choque de consciência. A consciência de que o fim da escravidão traz responsabilidades sociais pesadíssimas.
Mais uma vez vemos a maquina recôndida da síndrome em seu laborioso trabalho de manutenção do status quo e todo dia somos surpreendidos com mulheres “modernas” repetindo velhos jargões machistas como aqueles que dizem que “mulher dirige mal”; “que trabalhar com mulheres é mais difícil que trabalhar com homens porque mulher dá chiliques”, “que homens têm mais dificuldades de ser fieis que as mulheres e que isso justifica a traição masculina” e tantas outras idéias-lema que não são outra coisa senão sintomas de uma ideologia cunhada com o intuito de dividir a sociedade entre machos e fêmeas mantendo os primeiros numa posição de superioridade.
Nada disso! A ciência parece indicar que as mulheres criaram no passado um modelo de sociedade feliz cujo elo de ligação era o amor maternal à prole e que foi suplantada por uma sociedade machista onde o elo de ligação era a imposição da vontade soberana pela força.
A retomada feminina aos locais de poder pode ser verdadeira revolução se as mulheres souberem cunhar a sua própria ideologia “gentil” onde homens e mulheres possam repartir a condução da sociedade de maneira “sensível”. Se as mulheres, que estiveram preparadas para redescobrir o corpo e o prazer, importante passo no processo de libertação, estiverem também devotadas a descerem dos altares de deusas frágeis acorrentadas e trocarem o pneu do seu próprio carro histórico, assumindo o ônus da liberdade e não ocupando o lugar dos homens e herdando seu modo viciado de administrar, teremos, no futuro, uma sociedade mais feliz, como, aliás, todas as mães querem para os seus filhos.

José Caldas Gois Júnior

9 comentários:

♥ Mrs K ♥ disse...

Belo texto, belas palavras!!! :)

Maria disse...

Santa Devassa
Bela reflexão!Acredito que muitas mulheres dos séculos iniciais da Idade Média,foram alcunhadas – Santas - “puras, imaculadas e benevolentes” como forma escamoteada de desqualificar o inconformismo com a hierarquia católica e compromisso de transformar o erudito em popular. Exemplifico com o movimento das Beguinas considerado precursor do feminista por alguns estudiosos.

Ita disse...

Parabéns querido, pelo belíssimo discernimento. Nosso país precisa de homens como você!!!

Gookz disse...

Curioso como essa alusão histórica,é tão evidente,e nossa mentalidade torna essa evidência tão implícita...
Talvez isso torne o texto revelador,e mais,acredito que essa revelacão,vai fazer com que a (re)tomada de poder
então citada venha a acontecer.

Mayumi disse...

Tenho dúvidas em relação a comemoração do dia da mulher. As datas comemorativas simbolizam grandes conquistas e pensando desta forma, deveríamos sim comemorá-la. Algo que inclusive é bem sinalizado historicamente aqui. Por outro, as mulheres já conquistaram tanto,que não temos mais que termos um dia. Somos lembradas todos os dias, seja cuidando da casa, dos filhos, na rua, quando somos olhadas e até mesmo quando profissionalmente estamos liderando muitos homens...

Karoline disse...

Sua sensibilidade me impressiona. Parabéns pelo texto!

Rejane disse...

Impressionante o teu ponto de vista sobre a história do Matricialismo, sua evolução e estagnação. Muito rico e detalhista o teu texto. Parabéns!! Sei que assuntos como estes são polêmicos e que hoje há uma competição muito acirrada entre homem e mulher, seja no âmbito profissional ou familiar. Ao meu ver a mulher precisa entender o significado real da palavra "submissão", que é estar sob a mesma missão e não estar a baixo da figura masculina. Afinal de contas um reino dividido não se estabelece.

Anônimo disse...

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